28 de abril de 2011

QUE VOLTE A REINAR A ALEGRIA


QUE VOLTE A REINAR A ALEGRIA

Gente perdida, em seu próprio egoísmo,
ainda que haja quem busque o reencontro,
 temo que seja difícil, recuperar valores,
que foram estigmatizados, até à sua raiz,
quando lhes puseram mordaça na boca,
de modo a protegerem a nefasta cobiça,
mãe de todos os vícios, perdido o mundo.

                                                   
No entanto, esta é uma luta a desbravar;
uma luta feita de sangue e de suor e de
sacrifícios; negações algumas, dando lugar
 à solidariedade, à tolerância e flexibilidade,
 pois não há Homem, que não queira
 seu bem-estar e o dos seus: pegue-se nisso
 e perpasse-se para os demais, ou seja, todos.

                                             
É preciso a revolta, agora, já, aqui, depressa!
Não há tempo a perder e ele é precioso demais,
para que se brinque com sua secular sabedoria
Dispa-se pois o fato humano, que veste o Homem
e o traga de volta aos sonhos de adolescência,
onde tudo era possível e a idade, era secundada,
pelos valores trazidos e mantidos, por ciosos pais.

                                             
Que volte a reinar alegria, o respeito plos demais!
 jogando para trás das costas, o fútil e o irascível.
 E que em cada esquina, um aperto de mão, seja
 algo de comum e de aprazível, para o bem levar, do
 demais do dia. Martelos e bigornas ecoem nas
  fábricas; no campo o arado seja rei, vontade e crer,
 duma sociedade, prezando sua história e reais valores.

                                                                                                      Jorge Humberto

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